sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
FELIZ 2013
Definitivamente, o começo de 2012 não foi nada bom pra mim.
Na verdade, este ano foi bem difícil em muitas coisas.
Um ano que me testou muito e que fui reprovada muitas vezes, e algumas talvez aprovada...
Tive minhas conquistas e vitórias.
Algumas derrotas, por que o medo era maior do que minha coragem.
Mas acredito que as coisas boas superam as ruins "SEMPRE"... Ainda assim, espero que 2012 acabe logo.
Sempre há esperança no ano novo...
Que eu tenha mais coragem, que eu vença os desafios, que eu sempre faça o bem, que eu possa rir mais, me divertir mais...
Obrigada aqueles que este ano estiveram ao meu lado...
Ao novos amigos, ao velhos amigos, aos reencontrados, aos que deixei ir, aos que não quiseram ficar...
Que 2013 venha com uma nova magia, um novo encantamento. Que ele tenha o poder de fazer as pessoas serem melhores.
Que possamos mudar o mundo a nossa volta, e fazer sempre o bem, sem se importar com o retorno.
Que sejamos felizes, que possamos vencer o mal, acabar com os Karmas, poder ser verdadeiramente felizes diariamente.
Que deixemos de lado o materialismo, o desnecessário, e aprendemos a viver com o que realmente precisamos e não o que
dizem que precisamos.
Que cada um seja sí mesmo, não sendo aquilo que os outros querem.
Que ajudemos uns aos outros...
Em 2013 vamos ser mais humanos, vamos nos ver mais, ligar mais, sair mais, se divertir juntos...
Amigos, que 2013 seja maravilhoso para todos nós. Que este seja o melhor ano de todos os anteriores.
Vamos abrir os nossos olhos e viver o que é real.
Feliz 2013.
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Onde anda...
Onde anda aquela gentileza de quando nos encontramos pela
primeira vez?
Onde anda aquele romantismo, bilhetinhos e sutilezas?
Onde anda aquele sorriso espontâneo cheio de brilho e de
amor?
Onde andam aquelas palavras de doçura e carinho?
Jantares românticos, surpresas inesquecíveis, aniversários
comemorados...
Onde está?
Foram embora com o tempo ou nunca houve de verdade...
Quem era você, que hoje já não é mais...
Quem somos nós que já não nos reconhecemos?
Enganamos a nós mesmos e vivemos em uma grande ilusão...
Será que esse amor ainda tem solução?
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
EGO
As pessoas estão ficando cada dia que passa mais egoístas!
Só pensam em sí mesmas, e nem mesmo se importam com os sentimentos
de ninguém. Para elas o que importa é estar em evidência, ser o centro das
atenções.
Fico me perguntando todo dia, por que é que essas pessoas,
por exemplo, fazem yoga?
Estudar yoga para ficar famoso????
Não, não pode ser... Fazem yoga e se acham iluminados,
melhores que os outros, nem mesmo tem a capacidade de falar com as pessoas que
ali também estão com elas... Como pode uma pessoa ir por esse caminho e depois
ainda querer ensinar. Vamos com calma, é aquela frase: “faz yoga e nem dá bom
dia para o porteiro”.
Sinto muita tristeza quando vejo as coisas acontecerem desta
forma... Não sou uma iluminada, e estou bem longe disso, mas, quero me tornar
uma pessoa melhor para mim mesma e para o mundo. Quero fazer a diferença aqui
fora e dentro de mim!
Ás vezes eu acho que sou um problema, que sou eu vejo as
coisas assim e me afasto, mas ai, saio da aula, e na rua falo com pessoas que
nunca ví, faço amigos, e converso muito, me divirto... Será mesmo que sou eu ou
é o ego? Meu ego ou o destas pessoas?
Bom, o que me deixa tranquila é que nem mesmo Jesus pode
fazer com que todos o amassem, então, eu... Tô tranquila.
Sei que faço o bem, e que sempre estou pronta a ajudar.
Tenho bom coração, gosto das pessoas e sempre falo com estranhos, pessoas que
nunca ví e que na maioria das vezes faço amizade. Estou em paz comigo e com
Deus...
E você?
terça-feira, 8 de maio de 2012
Filosofia Samkhya: para crianças de todas as idades
Este texto maravilhoso foi escrito pelo Professor Joseph Le Page
Era uma vez um planeta chamado Purusha. Pode-se dizer que Purusha era um lugar perfeito, onde todos viviam felizes. Lá não havia tempo nem espaço e todos os habitantes sentiam-se absolutamente completos. O único problema do Planeta Purusha era que lá não havia espelho algum, e sem espelhos, os habitantes desse planeta não podiam ver a si mesmos e nem conhecer a si mesmos, porque em Purusha não havia a noção de separação um do “outro”.
Um dia, os habitantes do Planeta Purusha ouviram falar de um planeta distante chamado Prakriti, onde era possível conhecer a si mesmo em um mundo de dualidade, vivendo como um ser individual, cada um com sua própria identidade.
Este mundo de dualidade poderia ser percebido através dos cinco sentidos: audição, tato, visão, paladar e olfato. Ao visitar Prakriti, os cidadãos de Purusha poderiam continuar sentindo toda paz e alegria, e ao mesmo tempo também conhecer a si mesmos. Após essa jornada de investigação e aprendizagem, retornariam para casa mais conscientes de sua identidade real – cidadãos do Planeta Purusha.
Para viajar para o Planeta Prakriti, o povo de Purusha precisava de aeronaves especiais que pudessem resistir à atmosfera de Prakriti. Então, construíram aeronaves dos mesmos cinco elementos que compunham o Planeta Prakriti: terra, água, fogo, ar e espaço.
Cada aeronave foi construída artesanalmente, com características particulares que seguiam três modelos básicos chamados Vata, Pitta e Kapha. As aeronaves Kapha eram densas e sólidas; as aeronaves Pitta eram possantes e perfeitas; e as aeronaves Vata eram leves e rápidas.
Cada aeronave era constituída de três componentes básicos: a estrutura da nave em si chamava-se corpo físico, o piloto responsável por dirigir a nave chamava-se mente, e o passageiro principal chamava-se alma, o espírito que leva consigo a essência da felicidade e completude do Planeta Purusha. A ida para o Planeta Prakriti e a volta para Planeta Purusha seria possível somente através da integração completa de Corpo, Mente e Espírito.
Antes de sair para a jornada ao Planeta Prakriti, os habitantes do Planeta Purusha instalaram uma potente antena transmissora para que eles pudessem sempre manter contato com seu Planeta. Essa antena chamava-se Mahat, que significa “o Grande”. Cada aeronave tinha também um computador de bordo super-inteligente, chamado Buddhi, que quer dizer inteligência suprema, para garantir que o piloto da nave sempre tivesse em contato com o Planeta Purusha.
Todas as aeronaves partiram de Purusha ao mesmo tempo, mas cada uma teve sua trajetória única. As aeronaves Kapha, pesadas e lentas, seguiram a viagem em um ritmo constante. As aeronaves Pitta, concebidas para ter um desempenho perfeito, às vezes perdiam tempo em detalhes desnecessários. As aeronaves Vata fizeram a viagem mais emocionante, explorando diferentes universos e planetas, mas muitas vezes esqueciam onde tinham deixado as chaves e perdiam muito tempo procurando. Mas no fim da viagem, todas as aeronaves chegaram ao Planeta Prakriti ao mesmo tempo.
Ao se aproximarem de Prakriti, os pilotos prepararam os equipamentos e as ferramentas necessárias para a tão esperada temporada de exploração. Um conjunto de equipamentos chamado de jnanaendriyas servia para receber informações no Planeta Prakriti. Jnanaendriya quer dizer ferramentas para obter conhecimento no idioma do Planeta Purusha, chamado sânscrito. Os jnanaendriyas constituem os cinco sentidos: audição, visão, olfato, paladar e tato. Havia também equipamentos chamados karmendriyas, que permitiam que cidadãos de Purusha pudessem executar ações no Planeta Prakriti, tais como falar, se movimentar, pegar objetos, eliminar resíduos da nave, e até mesmo procriar novas “naves-bebês”. Com todos estes equipamentos, nada poderia atrapalhar a viagem de investigação e autoconhecimento no Planeta Prakriti.
Ao chegarem na atmosfera do Planeta Prakriti, as naves atravessaram uma série de tempestades inesperadas, repletas de turbulência, chamadas tempestades rajas, que quer dizer forte turbulência. Também atravessaram intervalos de calmaria, chamados tamas, onde nada se movia. Esses ciclos de rajas e tamas eram intercalados com breves momentos de equilíbrio perfeito chamados sattva, quando a viagem fluía bem, sem qualquer esforço.
Todas as aeronaves finalmente aterrissaram no Planeta Prakriti, mas a viagem foi muito estressante. A maioria dos pilotos ficou com amnésia crônica, esquecendo sua missão original de exploração e autoconhecimento. Esses pilotos ficaram deslumbrados com as experiências do Planeta Prakriti, não mais se lembrando de sua identidade original como cidadãos do Planeta Pususha. Os sistemas de comunicação inteligentes, buddhi, ficaram enferrujados por falta de uso, e sem buddhi funcionando adequadamente, os pilotos perderam contato com a Grande Antena Mahat, e consequentemente com o Planeta Purusha.
Com o passar do tempo, os cidadãos de Purusha passaram a acreditar que eram cidadãos do Planeta Prakriti, com personalidades próprias. Passaram a pensar que estavam em Prakriti apenas para desfrutar das vitrines dos diversos shoppings, andando em círculos, consumindo combustível e reproduzindo navezinhas. Esta condição de amnésia se chamava de avidya e este círculo vicioso de avidya denominava-se samsara.
No entanto, alguns poucos pilotos continuavam se lembrando da sua verdadeira cidadania e missão. Eles eram chamados de Rishis ou videntes e tinham a capacidade de ajudar os pilotos-esquecidos a saírem do padrão de tráfego circular do Planeta Prakriti e voltarem a se reconhecer como cidadãos do Planeta Purusha. Aqueles que decidiram retornar à sua identidade original precisavam primeiro consertar suas naves devido ao estresse crônico que sofreram com o uso excessivo dos jnanaendriyas e karmendriyas.
Os reparos eram realizados em oficinas que utilizavam uma ciência chamada Ayurveda, especializada em reequilibrar os cinco elementos, matéria-prima das naves. Às vezes, os sistemas das naves estavam tão entupidos e desequilibrados que tinham que passar por um serviço de limpeza completo chamado Panchakarma. Depois das naves terem passado por esse tratamento completo, sentiram a necessidade de ter em mãos um manual de instruções que os guiasse no caminho de volta à Purusha. Um dos mais conhecidos e eficientes manuais de retorno foi aquele compilado por um sábio chamado Patanjali. O nome do manual chamava-se Ashtanga Yoga, um manual que continha os Oito Passos de retorno à Purusha, descritos a seguir:
Os dois primeiros passos, Yama e Niyama, descreviam como os pilotos deveriam se comportar na viagem de volta.
O terceiro passo, chamado Asana, era necessário para assegurar que as estruturas das aeronaves permaneceriam estáveis e firmes para que a viagem fosse confortável e segura.
O quarto passo, Pranayama, dava as instruções sobre o adequado abastecimento e distribuição de energia durante a viagem.
O quinto passo, Pratyahara, consistia em remover a atenção dos pilotos de todas as distrações do Planeta Prakriti, para que pudessem se concentrar na missão de volta ao Planeta Purusha.
O sexto passo, Dharana, estabelecia uma direção certa e contínua, rumo ao Planeta Purusha.
O sétimo passo, Dhyana, ou meditação, descrevia um estado ideal de vôo no qual todos os sistemas das naves (corpo, mente e espírito) estariam funcionando de forma integrada, guiados por Buddhi, em contato cons-tante com Mahat, mantendo de forma contínua uma comunicação clara com Purusha.
Através deste Manual dos Oito Passos de Patanjali, muitas naves puderam voltar para casa, e quando chegaram, reassumiram sua verdadeira identidade como cidadãos do Planeta Purusha, retornando para um estado de perfeita união, chamado Samadhi, o último passo.
Ao voltarem, no entanto, os cidadãos de Purusha já não eram mais os mesmos de quando haviam partido. Agora, esses cidadãos de Purusha possuíam a experiência do espelho do autoconhecimento. Eles conheceram o Planeta Prakriti, o mundo da dualidade, e então, retornando ao Planeta Purusha, tornaram-se plenamente conscientes de sua natureza intrínseca de paz e completude.
O aprendizado mais profundo dessa viagem, que é a jornada de todos aqueles que trilham o caminho do Yoga, é que Purusha e Prakriti são, na realidade, um só planeta, e que nós podemos viver a vida em estado de Purusha em meio ao mundo de Prakriti.
Era uma vez um planeta chamado Purusha. Pode-se dizer que Purusha era um lugar perfeito, onde todos viviam felizes. Lá não havia tempo nem espaço e todos os habitantes sentiam-se absolutamente completos. O único problema do Planeta Purusha era que lá não havia espelho algum, e sem espelhos, os habitantes desse planeta não podiam ver a si mesmos e nem conhecer a si mesmos, porque em Purusha não havia a noção de separação um do “outro”.
Um dia, os habitantes do Planeta Purusha ouviram falar de um planeta distante chamado Prakriti, onde era possível conhecer a si mesmo em um mundo de dualidade, vivendo como um ser individual, cada um com sua própria identidade.
Este mundo de dualidade poderia ser percebido através dos cinco sentidos: audição, tato, visão, paladar e olfato. Ao visitar Prakriti, os cidadãos de Purusha poderiam continuar sentindo toda paz e alegria, e ao mesmo tempo também conhecer a si mesmos. Após essa jornada de investigação e aprendizagem, retornariam para casa mais conscientes de sua identidade real – cidadãos do Planeta Purusha.
Para viajar para o Planeta Prakriti, o povo de Purusha precisava de aeronaves especiais que pudessem resistir à atmosfera de Prakriti. Então, construíram aeronaves dos mesmos cinco elementos que compunham o Planeta Prakriti: terra, água, fogo, ar e espaço.
Cada aeronave foi construída artesanalmente, com características particulares que seguiam três modelos básicos chamados Vata, Pitta e Kapha. As aeronaves Kapha eram densas e sólidas; as aeronaves Pitta eram possantes e perfeitas; e as aeronaves Vata eram leves e rápidas.
Cada aeronave era constituída de três componentes básicos: a estrutura da nave em si chamava-se corpo físico, o piloto responsável por dirigir a nave chamava-se mente, e o passageiro principal chamava-se alma, o espírito que leva consigo a essência da felicidade e completude do Planeta Purusha. A ida para o Planeta Prakriti e a volta para Planeta Purusha seria possível somente através da integração completa de Corpo, Mente e Espírito.
Antes de sair para a jornada ao Planeta Prakriti, os habitantes do Planeta Purusha instalaram uma potente antena transmissora para que eles pudessem sempre manter contato com seu Planeta. Essa antena chamava-se Mahat, que significa “o Grande”. Cada aeronave tinha também um computador de bordo super-inteligente, chamado Buddhi, que quer dizer inteligência suprema, para garantir que o piloto da nave sempre tivesse em contato com o Planeta Purusha.
Todas as aeronaves partiram de Purusha ao mesmo tempo, mas cada uma teve sua trajetória única. As aeronaves Kapha, pesadas e lentas, seguiram a viagem em um ritmo constante. As aeronaves Pitta, concebidas para ter um desempenho perfeito, às vezes perdiam tempo em detalhes desnecessários. As aeronaves Vata fizeram a viagem mais emocionante, explorando diferentes universos e planetas, mas muitas vezes esqueciam onde tinham deixado as chaves e perdiam muito tempo procurando. Mas no fim da viagem, todas as aeronaves chegaram ao Planeta Prakriti ao mesmo tempo.
Ao se aproximarem de Prakriti, os pilotos prepararam os equipamentos e as ferramentas necessárias para a tão esperada temporada de exploração. Um conjunto de equipamentos chamado de jnanaendriyas servia para receber informações no Planeta Prakriti. Jnanaendriya quer dizer ferramentas para obter conhecimento no idioma do Planeta Purusha, chamado sânscrito. Os jnanaendriyas constituem os cinco sentidos: audição, visão, olfato, paladar e tato. Havia também equipamentos chamados karmendriyas, que permitiam que cidadãos de Purusha pudessem executar ações no Planeta Prakriti, tais como falar, se movimentar, pegar objetos, eliminar resíduos da nave, e até mesmo procriar novas “naves-bebês”. Com todos estes equipamentos, nada poderia atrapalhar a viagem de investigação e autoconhecimento no Planeta Prakriti.
Ao chegarem na atmosfera do Planeta Prakriti, as naves atravessaram uma série de tempestades inesperadas, repletas de turbulência, chamadas tempestades rajas, que quer dizer forte turbulência. Também atravessaram intervalos de calmaria, chamados tamas, onde nada se movia. Esses ciclos de rajas e tamas eram intercalados com breves momentos de equilíbrio perfeito chamados sattva, quando a viagem fluía bem, sem qualquer esforço.
Todas as aeronaves finalmente aterrissaram no Planeta Prakriti, mas a viagem foi muito estressante. A maioria dos pilotos ficou com amnésia crônica, esquecendo sua missão original de exploração e autoconhecimento. Esses pilotos ficaram deslumbrados com as experiências do Planeta Prakriti, não mais se lembrando de sua identidade original como cidadãos do Planeta Pususha. Os sistemas de comunicação inteligentes, buddhi, ficaram enferrujados por falta de uso, e sem buddhi funcionando adequadamente, os pilotos perderam contato com a Grande Antena Mahat, e consequentemente com o Planeta Purusha.
Com o passar do tempo, os cidadãos de Purusha passaram a acreditar que eram cidadãos do Planeta Prakriti, com personalidades próprias. Passaram a pensar que estavam em Prakriti apenas para desfrutar das vitrines dos diversos shoppings, andando em círculos, consumindo combustível e reproduzindo navezinhas. Esta condição de amnésia se chamava de avidya e este círculo vicioso de avidya denominava-se samsara.
No entanto, alguns poucos pilotos continuavam se lembrando da sua verdadeira cidadania e missão. Eles eram chamados de Rishis ou videntes e tinham a capacidade de ajudar os pilotos-esquecidos a saírem do padrão de tráfego circular do Planeta Prakriti e voltarem a se reconhecer como cidadãos do Planeta Purusha. Aqueles que decidiram retornar à sua identidade original precisavam primeiro consertar suas naves devido ao estresse crônico que sofreram com o uso excessivo dos jnanaendriyas e karmendriyas.
Os reparos eram realizados em oficinas que utilizavam uma ciência chamada Ayurveda, especializada em reequilibrar os cinco elementos, matéria-prima das naves. Às vezes, os sistemas das naves estavam tão entupidos e desequilibrados que tinham que passar por um serviço de limpeza completo chamado Panchakarma. Depois das naves terem passado por esse tratamento completo, sentiram a necessidade de ter em mãos um manual de instruções que os guiasse no caminho de volta à Purusha. Um dos mais conhecidos e eficientes manuais de retorno foi aquele compilado por um sábio chamado Patanjali. O nome do manual chamava-se Ashtanga Yoga, um manual que continha os Oito Passos de retorno à Purusha, descritos a seguir:
Os dois primeiros passos, Yama e Niyama, descreviam como os pilotos deveriam se comportar na viagem de volta.
O terceiro passo, chamado Asana, era necessário para assegurar que as estruturas das aeronaves permaneceriam estáveis e firmes para que a viagem fosse confortável e segura.
O quarto passo, Pranayama, dava as instruções sobre o adequado abastecimento e distribuição de energia durante a viagem.
O quinto passo, Pratyahara, consistia em remover a atenção dos pilotos de todas as distrações do Planeta Prakriti, para que pudessem se concentrar na missão de volta ao Planeta Purusha.
O sexto passo, Dharana, estabelecia uma direção certa e contínua, rumo ao Planeta Purusha.
O sétimo passo, Dhyana, ou meditação, descrevia um estado ideal de vôo no qual todos os sistemas das naves (corpo, mente e espírito) estariam funcionando de forma integrada, guiados por Buddhi, em contato cons-tante com Mahat, mantendo de forma contínua uma comunicação clara com Purusha.
Através deste Manual dos Oito Passos de Patanjali, muitas naves puderam voltar para casa, e quando chegaram, reassumiram sua verdadeira identidade como cidadãos do Planeta Purusha, retornando para um estado de perfeita união, chamado Samadhi, o último passo.
Ao voltarem, no entanto, os cidadãos de Purusha já não eram mais os mesmos de quando haviam partido. Agora, esses cidadãos de Purusha possuíam a experiência do espelho do autoconhecimento. Eles conheceram o Planeta Prakriti, o mundo da dualidade, e então, retornando ao Planeta Purusha, tornaram-se plenamente conscientes de sua natureza intrínseca de paz e completude.
O aprendizado mais profundo dessa viagem, que é a jornada de todos aqueles que trilham o caminho do Yoga, é que Purusha e Prakriti são, na realidade, um só planeta, e que nós podemos viver a vida em estado de Purusha em meio ao mundo de Prakriti.
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Paz...
Todos nós pedimos paz...
É muito engraçado, mas a paz começa dentro de nós. A paz se
reflete de dentro para fora e não de fora para dentro.Sim, queremos a paz, mas, para tê-la todos devem encontrá-la dentro de sí mesmo...
Antes de você pedir a paz, esteja em paz... Seja a paz, por que quem reflete luz e boas energias contagia as demais pessoas, o que não pode é contagiar e ser contagiado por pessoas e influencias negativas.
Quando compreendermos que tudo depende de nós, que cada uma pessoa é um pedacinho para atingir o objetivo final, ai sim, vamos dar as mãos e compreender que todos somos um, diferentes, mas que juntos conquistamos o todo.
Eu sei que falar é muito fácil, mas compreenda, faça a sua parte! Você estando em paz, sua vida fica em paz, e aqueles que não querem paz, vão se incomodar e se afastar de você. Quem gosta de atrapalhar a vida alheia não se preocupa nem um pouco com a paz e muito menos consigo mesmo. Seu único prazer é ver as pessoas que a incomodam sofrer e ser infelizes, por que ela mesma não sabe e não quer ser feliz. Quem é feliz e satisfeito com sua vida, não atrapalha o caminho de ninguém, e é gentil e amável com todos.
Aprenda, você perdoa estas pessoas, mas, não é obrigado a conviver com elas e muito menos agradá-las. O perdão é libertar a sí mesmo das correntes que essas pessoas colocam em você.
Seja feliz e não se permita adoecer por causa de outras
pessoas. Viva a sua vida e deixe que elas vivam a delas bem longe de você,
deseje apenas que elas sejam feliz a maneira delas!
Ótimo dia e uma maravilhosa semana.
Vanessa Luiz
domingo, 18 de março de 2012
FOFOCA
Deveríamos ter uma lei que obrigasse cada um a cuidar de
suas próprias vidas!
O dia passa tão rápido, que não dá para compreender como
algumas pessoas ainda perdem tempo em falar mal de outras, usando com isso,
muito mal o seu dia.
Já fiquei analisando essa situação, e percebi que a pessoa
começa a fazer fofoquinhas uma vez ou outra, e sem mesmo perceber, a fofoca
torna-se um hábito de vida. Automaticamente, ela passa a cercar-se de pessoas
que tem esse mesmo hábito e a vida dela passa a girar em torno desse mundo, e
esse vício cresce dia-a-dia.
Não é saudável viver a vida em função da vida alheia.
Sabe-se que a fofoca surge por que a outra pessoa incomoda em algum aspecto e
na maioria das vezes é por inveja que fala-se mal e surgem os maiores absurdos de
mentiras. Eu não tenho raiva de quem faz fofoca, fico triste por essas pessoas
que não percebem que estão doentes e fazendo com que as pessoas que são boas se
afastem delas. É por que é insuportável conversar com que só fala de fofocas,
eu, por exemplo, me sinto muito mal, e me afasto discretamente para que não me
contagie e destrua a minha vida.
Essas pessoas tendem a ficar sozinhas, e fazem de tudo para
chamar a atenção das outras nos eventos, por que, ninguém a procura, na verdade
quem não gosta de fofoca a exclui, e ela tenta desesperadamente se incluir...
Infelizmente todos sabem quem ela é o que ela gosta de fazer, por que o
fofoqueiro é famoso, muito famoso... E também é muito falso, fala mal das
pessoas e no mesmo momento vai lá conversar como se esta mesma pessoa que ela
bombardeou fosse sua melhor amiga... É triste.
Mas não tem problema, “falem bem, ou falem mal, mas falem de
mim”... Hehehehe
Não se incomode por que fazem fofocas contra você,
simplesmente ignore, por que perde a graça. E outra coisa, pessoas que têm luz,
tendem a incomodar aqueles que vivem na sobra, Seja luz, queira a luz, e ignore
quem gosta de escuridão, com isso essas pessoas vão perder a vontade de falar
de você, por que elas não a atingem, e aprenda a não contar de sua vida para
qualquer pessoa , seja inteligente e perceba a sua volta quem é confiável e
quem se faz confiável.
Tenham Um dia maravilhoso!
Beijos
Vanessa Luiz
sexta-feira, 16 de março de 2012
Escolhas...
São as nossas escolhas que nos fazem sofrer. Antes de tomar
decisões importantes em sua vida, olhe para todos os lados não com o coração e
sim com a razão, por que a vida dá sinais e nós não ouvimos por que deixamos o
coração falar mais alto.
O inferno não são os outros, somos o inferno para nós
mesmos. Tudo depende de nós, a forma como pensamos influencia em nossa vida, a
forma como tratamos as pessoas também. É claro que existem pessoas desprezíveis
que nos fazem dizer que elas são o inferno, quando na realidade precisamos
aprender a nos distanciar de pessoas problemática e depressivas. Pessoas que só
falam em desgraças, doenças, que acham que são melhores que todos no mundo, não
são boas companhias. Elas sugam nossas energias e nos deixam carregados de uma
nuvem negra que deixa-nos pra baixo, cansados, desanimados e preguiçosos.
Aprenda a se afastar de pessoas que tem uma nuvem negra
sobre elas, por que elas só querem te ver mal e derrotada.
Cerque-se daqueles que veem a vida pelo lado positivo e que
nem uma doença grave a deixa desistir de viver!
Seu sofrimento é consequência de suas escolhas. A partir de
hoje, aprenda a escolher melhor!
Bom dia a todos. Um dia mega feliz!
Beijos
Vanessa Luiz
sexta-feira, 9 de março de 2012
CONQUISTAR PARA SER AMADO...
Você aprendeu a vida toda que precisa conquistar alguém para que este alguém aprenda a te amar...
E a vida toda você se enganou, sofreu e se
decepcionou...
O amor não se conquista, ele simplesmente acontece,
e não há nada que mude o coração de uma pessoa, para que ela aprenda a te amar,
quando para ela você a incomoda... Por ciúme, inveja, ou por nada... Ela não
gosta de você e se dispôs a isso!
Então pare de tentar conquistar as pessoas, seja
amor, e se aproxime de quem é amor, os que não o tem, tende a se afastarem, por
que a luz do amor cega o ódio, e estas pessoas não suportam ver outras pessoas
felizes.
Não se esqueça, o amor acontece...
Beijos
Vanessa Luiz
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
A sua batalha.
Ter que ir a guerra sem mesmo querer ir...
É preciso seguir enfrente, a batalha é sua e ninguém pode enfrenta-la
se não você mesmo.
Não há reforços, talvez algumas estratégias...
Não desista, por mais
difícil que pareça, lembre-se que é um passo de cada vez, e quando você vencer,
vai perceber o quanto foi fácil superar e enfrentar a situação conflituosa de
sua vida.
É difícil dar o primeiro passo né? Mas ore, e peça ajuda a
seu anjo da guarda. Peça ajuda á Deus, por que se essa dificuldade está em sua
vida é por que você é capaz de enfrenta-la.
Vamos à luta filhos de luz!
Beijos
Vanessa Luiz
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Cegueira
Dizem que o pior cego é aquele que não quer ver.
As pessoas enxergam, mas, não querem que as coisas sejam
como são, e insistem em se enganar.
A vida lhe dá mais de uma chance, e mesmo assim, você tende
a errar e no mesmo erro.
É preciso saber ouvir a suave voz da sua alma.
Mas a alma grita, grita e você não quer escutar...
Faz tudo errado, sofre e não consegue ver a solução.
E então, cai no mesmo erro, achando que basta trocar um pelo
outro que o problema estará resolvido, mas, na realidade você passará a vida
toda trocando, quando na verdade, a troca tem que ser feita em você mesmo.
E é ai que você prefere ser cego, por que precisará abrir
mão de crenças, pessoas, manias... E terá que renascer para o novo EU que mora
ai dentro. É difícil, mas é a única forma que fará você se sentir feliz!
Vanessa Luiz
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Enganar a sí mesmo.
Acreditar que a mentira vai durar até o fim da vida, é
querer decepcionar a sí mesmo.
Dizer que não faz algo só para tentar fingir ser alguém que
não é, é mentir para sí mesmo.
A pessoa que você engana pode ficar cego, surdo e mudo e
acreditar em suas mentiras, mas, ela pode fingir que acredita e assim, você
engana a sí mesmo.
O pior momento é quando a mentira é claramente revelada, é
uma grande decepção saber que o que a pessoa enganada pensava, era o que
realmente acontecia e, mais uma vez, o enganado foi você.
A mentira mesmo que miudinha devora o amor, vagarosamente
ela suga o sentimento, até que nada sobra, e o enganado só enganou a sí mesmo.
Na vida temos que escolher e não mentir para que possamos
manter as aparências e agradar a todos. A direção que a sua vida toma depende
da sua escolha e, principalmente, depende de não mentir para sí mesmo.
Cego não é a pessoa que dizem ser enganada, mas aquele que
acredita que engana a todos, mas na realidade, ele só engana a sí mesmo.
Vanessa Luiz
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